terça-feira, 12 de agosto de 2008

Vai um pedaço de canguru aí?

Um estudo aponta uma alternativa para diminuir a poluição causada por gás metano, um dos principais causadores do chamado efeito estufa e das mudanças climáticas do então denominado aquecimento global.
O estudo propõe a substituição da criação de gado e de carneiro por cangurus. A proporção é a seguinte: se substituirmos 36 milhões de carneiros e 7 milhões de cabeças de gado por 175 milhões de cangurus (quantidade de animais necessária para produzir a mesma quantidade de carne), a emissão de metano diminuiria a uma taxa de 3% ao ano.
Mas... Onde colocar tanto canguru???
Por que isso aconteceria?
Os ruminantes produzem gás metano em seu sistema digestório.De acordo com o EMBRAPA : "Herbívoros ruminantes, como bovinos, ovinos, bubalinos e caprinos, através da fermentação entérica, um processo digestivo que ocorre no rúmen, produzem metano. As emissões globais desse gás geradas a partir dos processos entéricos são estimadas em 80 milhões de toneladas anuais.[..]"
Já o canguru não é um ruminante e não produz quantidades significativas de metano em seu processo digestório.
Um entrave a essa solução é: se já existem pessoas que não comem vacas porque elas são fofas, imagine se elas comerão canguru!!!
Vai um pedaço aí?


Fonte: Conservation Letter.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Menor cobra do mundo!


















Uma nova espécie de cobra encontrada em um fragmento de floresta em Barbados, foi descrita pelo biólogo Blair Hedges, em atrigo publicadoi pela revista Zootaxa, em 4 de agosto de 2008.

O nome da espécie é Leptotyphlops carlae. Ela chega até 10 cm de comprimento, se alimenta de larvas de formigas e de cupins, e põe apenas um único e grande ovo por ciclo reprodutivo. O filhote eclode com cinco centímetros de comprimento.





Credito da fotografia: Blair Hedges, Penn State

Fonte: Livescience.com

Post nº1!

Esse blog agora está destinado a parte cientista de mim, que tenta não morrer nunca.
Mesmo que ser cientista esteja só no meu sangue e não na minha profissão. Mas meu quê de maluca jamais vou perder. Afinal, nasci cientista.
Always looking for an answer!